quarta-feira, 14 de abril de 2010

UFRN e Ministério da Justiça assinam termo de compromisso

A UFRN assina, nesta quarta-feira, termo de compromisso para implantar sistemas de informática nas Intituições Federais do Ensino Superior vinculadas ao Ministério da Justiça.

A matéria na íntegra, exibida a seguir, saiu no site da AGECOM/UFRN.


"UFRN assina termo de compromisso em Brasília


A vice-reitora Ângela Paiva Cruz estará em Brasília nesta quarta-feira, 14, com o ministro da Justiça Luiz Paulo Barreto para assinar um termo de compromisso com o Ministério da Justiça sobre a implantação dos sistemas de informática da Universidade Federal do Rio Grande do Norte na rede das Instituições Federais de Ensino Superior – IFES - e instituições vinculadas ao MJ. O diretor de sistemas da Superintendência de Informática da UFRN, Gleydson Lima, acompanhará a vice-reitora na solenidade.


A rede de IFES, formada pela UFRN e outras sete universidades, integrada com o Ministério da Justiça e os departamentos de Polícia Federal (DPF) e Polícia Rodoviária Federal (DPRF), forma a Rede de Relacionamento G11.


De acordo com Gleydson Lima, o objetivo do acordo é envolver os dirigentes gerais dos departamentos de Polícia Federal (DPF) e Polícia Rodoviária Federal (DPRF) e o Ministério da Justiça para pactuar as datas da implantação. ´Do nosso lado, estamos cumprindo as atividades de transferência tecnológica, treinamentos e apoio técnico conforme pactuado com as organizações`, explica Gleydson Lima."

quarta-feira, 31 de março de 2010

Superintendência de Informática oferece serviços de Biblioteca em dispositivos móveis

A partir do dia 5 de abril, funcionários e alunos da UFRN poderão acessar os serviços da Biblioteca através de seus dispositivos móveis. O serviço Biblioteca Mobile será disponibilizado pela Superintendência de Informática e permitirá que os usuários renovem seus empréstimos e realizem consultas ao acervo, entre outros.

Abaixo, a matéria na íntegra.

Fonte: AGECOM/UFRN

"BIBLIOTECA MOBILE
SIGAA Mobile terá serviço de biblioteca a partir de abril

A Superintendência de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Norte disponibilizará para toda a comunidade acadêmica, a partir do dia cinco de abril, o sistema Biblioteca Mobile, de acesso aos serviços de biblioteca da UFRN através de dispositivos móveis. Com isso será possível consultar catálogos e efetuar renovações de empréstimo e outros serviços usando um celular, por exemplo.

Gleydson Lima, diretor de sistemas da Superintendência de Informática, diz que o novo serviço virá para completar o SIGAA Mobile no endereço wap.ufrn.br. ´O SIGAA já possibilita diversos serviços pelo celular. O que funcionará a partir de abril é o sistema de biblioteca, que será mais um facilitador`, diz Lima.

A vice-diretora da Biblioteca Central Zila Mamede, Jacqueline de Araújo Cunha, considera o Biblioteca Mobile uma importante opção dentre os já existentes meios de acesso à biblioteca. ´Já os empréstimos não poderão ser feitos pelo novo serviço, que continuará a acontecer exclusivamente de forma presencial`, enfatiza.

A aluna Layz Souza, do curso de Direito, não costuma acessar o SIGAA pelo celular, mas prevê que o acesso remoto à biblioteca trará mais agilidade para os alunos. ´É mais prático do que acessar pelo computador, uma vez que o aluno pode resolver suas pendências pelo celular na própria sala de aula e evitar uma viagem`, opina a estudante."



segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

UFC implanta sistemas em parceria com a UFRN

A UFC, em parceria com a UFRN, planeja implantar o Sistema Integrado de Informação Institucional (SI3), reunindo informações sobre todos os usuários da Instituição em um só lugar, facilitando a utilização do sistema por toda a comunidade acadêmica e dando mais rapidez aos procedimentos administrativos.

Abaixo poderá ser lida a matéria na íntegra.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing Institucional da UFC.

"UFC instala Sistema Integrado de Informação

01-Dec-2009

A UFC iniciou a implantação de um novo modelo de Tecnologia da Informação para sua rede de informática, denominado Sistema Integrado de Informação Institucional (SI3).Localizar dados acadêmicos, matricular-se em uma disciplina, criar estatísticas sobre atividades de ensino, pesquisa e extensão, tarefas que hoje demandam tempo e paciência à comunidade universitária deverão tornar-se mais rápidas e seguras a partir do próximo ano.Com instalação gradual, prevista para ser concluída no fim de 2011, a ferramenta promete aperfeiçoar o gerenciamento de dados e o planejamento estratégico da UFC. A novidade trará benefícios para todos os usuários da Instituição, desde estudantes até diretores de centros e faculdades.

Para entender que tipo de mudança ocorrerá a partir do novo Sistema, basta atentar para a forma como a coleta de dados é feita, atualmente, na Universidade.

“Para saber a quantidade de professores doutores que existem na UFC, por exemplo, eu posso perguntar à Pró-Reitoria de Planejamento. Mas se eu pedir a mesma informação a outra fonte, provavelmente terei um outro número. Hoje, nossos dados estão dispersos em diferentes sistemas virtuais, isolados. Isso vai acabar”, explicou o diretor do Núcleo de Processamento de Dados (NPD), Prof. Javam Machado.

A proposta do novo Sistema é integrar e reunir, no mesmo “pacote”, todas as informações que circulam na entidade, evitando conflitos e defasagem entre as mesmas. O “pacote”, por sua vez, será dividido em três módulos, cada qual com um conjunto de informações específicas.

O primeiro a ficar pronto será o de Recursos Humanos. Assim, será mais fácil identificar quem e quantos são os professores e servidores técnico-administrativos, qual a oferta de cursos de capacitação para os funcionários, a lotação de cada um etc.

De acordo com o calendário planejado pelo NPD, o segundo módulo a ser instalado será o Acadêmico, voltado para estudantes e professores. Realizar matrícula, conhecer a oferta de disciplinas por curso, identificar a quantidade de bolsas e a produção intelectual da UFC ficará, portanto, muito mais fácil e seguro.

O terceiro módulo será o Administrativo, que contemplará informações referentes a orçamento, contratos e convênios, patrimônio, almoxarifado, dentre outras.

Conforme destacou o Prof. Javam, cada módulo deverá ser acessado por um tipo específico de usuário. “No decorrer da instalação do SI3, vamos apresentá-lo a todos os públicos e realizar treinamentos, para que não haja dificuldades”, afirmou.

Celeridade, transparência e ambientalismo

Integrar as informações que circulam na UFC é dar mais celeridade aos procedimentos administrativos. Esse deverá ser um dos principais impactos positivos do novo Sistema. Por exemplo: conhecer a produção intelectual de um pesquisador da Universidade demandará menos tempo do que atualmente é necessário. (Leia mais)

Parceria

O Sistema Integrado de Informação Institucional está sendo viabilizado por meio de cooperação técnica com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – referência em TI no Brasil. Também estão aderindo ao mesmo modelo as universidades federais do Maranhão, Bahia, Sergipe, Rural da Amazônia, Recôncavo da Bahia e Rural do Semi-Árido, além de órgãos do Ministério da Justiça. (Leia mais)"

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

PARCERIA ENTRE UFRN E PF MOSTRA RESULTADOS

A parceria técnico-financeira entre a UFRN e a PF já mostra resultados, com relação à marcação de férias. Foi publicada uma matéria na Intranet DPF relatando as melhorias provenientes desta parceria.

Abaixo a matéria na íntegra:



"Em 24 horas, mais de 10% dos servidores já marcaram suas férias

10/11/2009 12h16

Em 24 horas, mais de 10% dos servidores já marcaram suas férias

A Diretoria de Gestão de Pessoal registrou mais de 1400 marcações de férias no Sistema E-GP, em 24 horas. Os resultados mostram a simplicidade e efetividade do sistema que é apenas a ponta de um iceberg construído pela parceria técnico financeira da PF e UFRN.

Na manhã de hoje, 10, o Diretor Geral, DPF Luiz Fernando Corrêa, reuniu os servidores envolvidos na implementação do sistema para parabenizá-los pelo sucesso do projeto. “Vocês realizaram um trabalho silencioso. Porém, quem tem que saber, sabe quem fez".

O Diretor Geral, ao realizar a marcação de seu período de férias, destacou a simplicidade e o conforto que o sistema proporciona aos servidores. “Um projeto como este tem efeitos muito positivos para gestão dos recursos humanos na PF, e demonstra alinhamento com as diretrizes do governo que buscam aprimoramento das ferramentas de gestão”.

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Ao apresentar os resultados do primeiro dia de implementação do sistema, o Diretor de Gestão de Pessoal, DPF Joaquim Mesquita, afirmou que o Sistema E-GP é apenas o primeiro passo para modernização dos processos administrativos na área de recursos humanos. “O plano de metas, as avaliações de desempenho e as ações de capacitação em breve estarão integrados ao sistema”, explicou.

O sucesso na implementação do módulo de marcação de férias reforça a credibilidade dos sistemas de gestão da Polícia Federal, que buscam agregar valor ao capital institucional e atingir resultados a curto, médio e longo prazo."

terça-feira, 20 de outubro de 2009

POLÍCIA FEDERAL ADOTA NOVO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAL

Resultado de convênio entre a UFRN e a PF, novo sistema trará modernização

A partir da primeira semana de novembro, a Polícia Federal lançará o Sistema E-GP, de Gestão de Pessoal, fruto do Termo de Cooperação Técnica e Financeira firmado com a UFRN. O sistema será lançado com o intuito de facilitar a marcação de férias de seus servidores, substituindo o preenchimento do formulário de marcação de férias e a elaboração do Plano de Férias, como era feito anteriormente.

Como primeira funcionalidade, o Sistema E-GP executará a marcação, alteração, acumulação e interrupção de férias e atualizará diretamente o SIAPE - Sistema Integrado de Administração de Pessoal do Governo Federal. Para 2010, a marcação de férias já será toda feita no sistema.
O lançamento do sistema facilitará a modernização da Gestão da Polícia Federal, eliminando a utilização de formulários em papel e sistematizará os dados e seu acesso via web aos servidores e gestores. Trará para a PF produtividade e rapidez no fechamento da folha de pagamentos.
Por: Leila Braga

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

NOVIDADES NO SIGAA

Funcionalidades já existentes mostram melhorias e foram implementadas
inovações no sistema

Desde segunda-feira, dia 21 de setembro, está no ar o módulo de gestão das bibliotecas central e setorial da UFRN. Este módulo inclui as operações de catalogação, empréstimos, consultas públicas de materiais e renovação de empréstimos. Esta inovação faz parte das mudanças apresentadas no SIGAA com o intuito de uma maior integração entre os participantes da Universidade, sejam eles alunos, docentes ou servidores.

Outra novidade é a Comunidade Virtual. Nela, docentes e discentes com login e senha cadastrados no SIGAA podem interagir com mais facilidade pelos chats e tópicos de discussão, trocar materiais de estudo através do envio e download de arquivos, entre outras ações. Agora os professores poderão criar ambientes virtuais para seus projetos de pesquisa, extensão, ensino, bases de pesquisa ou qualquer outra comunidade virtual com intuito acadêmico. O docente cria a comunidade e pode convidar os alunos para participarem. Os discentes também podem procurar comunidades no Sistema e se cadastrarem ou, se a comunidade for moderada, solicitar autorização do moderador para poder participar.

A Turma Virtual, que já existia, foi melhorada. Os docentes podem criar tópicos e ocultá-los, decidindo quando liberar para que os alunos os visualizem e também têm o registro de quais alunos acessaram os materiais que publicaram. Se o discente optar por dividir a nota de uma unidade em outras atividades menores, agora ele pode definir como será a composição das notas desta unidade, se por média aritmética, ponderada ou por meio da soma das notas.

Uma grande inovação que beneficiará todos os docentes são as Ações Acadêmicas Integradas. Em edital conjunto entre PROGRAD, PROPESQ e PROEX, foi definido que estas ações devem corresponder a um projeto que pode ter a combinação de ações de pesquisa, extensão e monitoria, desenvolvidas com um mesmo objetivo. Basta o docente preencher um formulário base que apresente os dados comuns aos projetos associados, ressaltando a necessidade de que os projetos se desenvolvam em conjunto. O portal do docente também mudou. As opções de Pesquisa, Monitoria e Extensão que antes ficavam diretamente expostas em menus, agora se encontram reunidas na opção Ações Acadêmicas.

Até mesmo o Portal Público dos Programas de Pós-Graduação tem uma novidade. Na página de cada programa pode ser configurado se as teses dos alunos da pós-graduação aparecerão ou não no Portal Público.


Por: Leila Braga


quinta-feira, 16 de julho de 2009

O setor de convênios sob o ângulo da informatização

“A informatização é hoje um caminho sem retorno”, é a partir dessa frase que o técnico administrativo da área de convênios, Fábio Henrique de Morais Barreto, começa a definir a importância da informatização para o setor em que trabalha. Na matéria que segue, você irá conhecer um pouco mais sobre os convênios que são firmados com a participação da UFRN, como eles ocorrem e como a informatização atua dentro dessa área. Confira!

Como funciona a área de convênios da UFRN?
Fábio Henrique: A área de convênios trabalha na base de parcerias entre a Universidade e empresas, fundações, outras universidades ou outros órgãos públicos. Um dos convênios mais simples que nós tratamos aqui é o convênio do tipo estágio. Esses convênios nós firmamos mais com empresas privadas.

De que forma ocorrem esses convênios do tipo estágio?

Fábio Henrique: Da seguinte forma: A Universidade envia alunos para essas empresas para que nelas eles possam realizar estágios curriculares, sejam eles obrigatórios – são aqueles que constam na carga horária do aluno – ou que visam a obtenção de conhecimento prático na área do acadêmico.

Com quais empresas de destaque regional ou nacional a UFRN possui convênio?
Fábio Henrique: A Universidade possui convênio com várias empresas. A gente pode citar o Ministéiro da Educação, a Polícia Rodoviária, a Polícia Federal, sem falar de todas as outras universidades que também são parceiras da UFRN.

Que projeto de importância relativa para a Universidade vem sendo tratado atualmente por meio de um convênio?
Fábio Henrique: Acho que dos projetos atuais a gente pode citar o que foi feito através do Ministério da Educação com os hospitais universitários. Esse projeto tem trazido um respaldo muito grande tanto para o desenvolvimento dos hospitais, quanto para a aprendizagem dos alunos que estudam neles.

Como atua a informatização dentro da área de convênios?
Fábio Henrique: A informatização é hoje um caminho sem retorno. Não tem pra onde ir. Não tem como você não seguir por esse caminho. Até pouco tempo, acho que 2005, mais ou menos, tudo era feito manualmente. Hoje a coisa já está bem diferente. Foi desenvolvido o sistema SIPAC que tem dado uma ajuda muito grande à toda a Universidade. No setor de convênios, precisamente, houve um auxílio bastante intenso quanto ao controle dos convênios e à informação gerencial.

Quais são os maiores benefícios ocasionados pela informatização na sua área?
Fábio Henrique: A agilidade, a segurança, a diminuição de risco de faltar um documento, ou de faltar uma assinatura. Sem falar que quando acontecesse um erro num convênio, ou qualquer coisa do tipo, a gente não precisa realizar todos os procedimentos feitos anteriormente para corrigir e isso só é possível porque com o convênio no SIPAC, tudo fica cadastrado lá, o risco de perder é muito pequeno. Outra questão bastante importante é quanto ao leque muito maior de informações gerenciais que gente tem acesso.

Quais são as próximas metas a serem alcançadas com a informatização na área de convênios?
Fábio Henrique: Bom, atualmente, estamos na fase final de testes de um sistema que será um módulo do SIPAC, que é o sistema de submissão de proposta de convênio. Além disso, uma outra meta nossa é melhorar alguns relatórios gerenciais.

Como o senhor poderia definir a área de convênios após a informatização?
Fábio Henrique: Acho que com a informatização viramos um setor mais prático de se trabalhar e mais amigável para receber os professores que sugerem projetos.

Por: Tatiane Gomes

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Diretor de Sistemas trata de ações relativas à informatização da UFRN

O Diretor de Sistemas da UFRN, Gleydson de Azevedo Ferreira Lima, viajou, essa semana, para Brasília, em companhia do Reitor, José Ivonildo do Rêgo, a fim de tratar de questões relativas à informatização da Universidade. Para tanto, ele participará de reuniões e audiências com o pessoal do Ministério da Justiça (MJ), do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF), das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) e do Ministério do Planejamento. Confira, abaixo, a agenda de trabalho que será cumprida em Brasília.

Quarta-feira (01/06) - Reunião com o pessoal do MJ e do DPRF para tratar de detalhes do Termo de Cooperação.

Quinta-feira (02/06) - Manhã - (09:00 - 12:00) - Audiência com o Diretor de Tecnologia da Informação, José Eduardo Bueno, sobre o projeto de implantação dos Sistemas da UFRN (SIGAA, SIPAC, SIGPRH) nas IFES.

Quinta-feira (02/06) - Tarde - (14:30 - 15:30) - Audiência com o Secretário da SLTI/Ministério do Planejamento, Rogério Santana, sobre a integração dos Sistemas da UFRN com os sistemas do Governo Federal.

Sexta-feira (03/06) - Manhã - (10:00) - Participação no evento de lançamento do Plano de Gestão Passo à Frente, do Ministério da Justiça, que ocorrerá no salão Negro desse Ministério. Na ocasião, o Reitor, José Ivonildo do Rêgo, assinará o Termo de Cooperação Técnina entre a UFRN e o Ministério, como também entre a Universidade e o DPRF.

Por: Tatiane Gomes

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Contas de luz e telefone passarão a ser divulgadas no SIPAC

Um maior controle dos gastos com contas de luz e telefone das unidades do campus central da UFRN está sendo realizado por meio de uma parceria entre a Universidade e algumas empresas desses ramos. Agora, os gestores de cada unidade poderão ter acesso às faturas mensais e aos relatórios de gastos do mês por meio do acesso ao SIPAC. É sobre isso que você confere entrevista realizada com o Pró-Reitor de Administração, João Batista Bezerra.


Como vai funcionar essa disposição no SIPAC das contas de água e de luz das unidades da UFRN?
João Batista – Estamos trabalhando com a Superintendência de Informática (SINFO) no sentido de informatizar o acesso à quantia que deverá ser debitada da conta de cada unidade no quesito telefonia. Contudo, é importante frisar que para fins de pagamento às empresas Claro e Embratel nós da administração geral recebemos apenas uma fatura global, com os gastos de todas as unidades da Universidade. No entanto, para que se possa ter um gerenciamento mais organizado e ágil, nós enviaremos à SINFO o consumo individualizado de cada terminal, seja ele fixo ou móvel. Dessa forma, ficará exposto no SIPAC, para cada gestor de unidade, a quantia que será debitada da conta da área que administra.


E quanto a disposição das faturas de energia no Sistema?
João Batista - Com relação à divulgação das taxas de energia, a grande questão é que nós ainda não possuímos equipamentos para a medição individual da energia utilizada em cada unidade. Hoje, nós contamos com uma forma de medição única, que mede a energia utilizada em todo o campus. Contudo, a fatura de energia também entrarão no Sistema, só que será a fatura global. Claro que o ideal era que as faturas entrassem de forma individual, mostrando os gastos de cada área. No entanto, para isso é necessário que ocorra uma reformulação na rede de distribuição de energia do campus. Nós estamos trabalhando em cima dessa idéia e já a tomamos como objetivo.


Vão ser gerados relatórios dessas faturas dentro do Sistema?
João Batista – Sim, serão gerados relatórios. O que a gente quer ver no sistema são relatórios gerenciais para que seja possível conferir se o pagamento mensal está de acordo com o que foi contratado. A idéia é que também sejam gerados relatórios que permitam acompanhar a evolução do consumo. Isso é particularmente importante na questão da energia, porque o tipo de contrato que a Universidade tem com a COSERN é de demanda. Nesse caso, eu não posso nem fazer um contrato inferior ao necessário, porque não daria para atender a demanda, e, caso o consumo superasse o máximo estabelecido, haveria um pagamento muito alto pela tarifa excedente. Por outro lado, se eu fizer um contrato superior ao necessário, estarei desperdiçando recursos.


Quais serão os maiores ganhos com essa informatização?
João Batista – Bom, com essa informatização nós temos dois grandes benefícios, que são: O estímulo para que as unidades evitem a desatualização do catálogo telefônico – porque é ela a base para que a equipe da Superintendência de Informática tenha conhecimento dos telefones que pertencem a cada unidade – e o uso cada vez menor de papel nessa questão, já que o Sistema vai promover um acesso via internet mais detalhado das faturas mensais.

Quais os principais objetivo dessa divulgação? João Batista - O principal objetivo é manter atualizado o catálogo telefônico e assegurar que os gestores de todas as unidades tenham acesso aos consumos de telefonia das áreas que administram sem precisar de papel.


Ultimamente, como andam os gastos das unidades em relação ao telefone?João Batista - Os minutos utilizados por cada aparelho são dosados. O tempo atribuído para cada usuário não conta as ligações voltadas para dentro do grupo, porque essas são gratuitas e sim para as ligações para aparelhos que não constam na lista da Universidade. Nós sempre fazemos um controle bastante cauteloso em cima desses gastos, apesar de muitos usuários quererem utilizar os telefones de forma ilimitada. Só que é aquela coisa, nós trabalhamos com recursos públicos e esses recursos são limitados. O orçamento é apertado e a gente não pode deixar as torneiras abertas.


Quando entra em vigor no sistema essa opção de visualizar as tarifas e os relatórios?
João Batista - A base de dados já está no Sistema. Estamos nos ajustes finais. O pessoal da Embratel vem aqui hoje. A meta é que no final de julho já esteja tudo acertado e nós possamos contar com mais essa ferramenta no SIPAC.


O que o senhor acha da divulgação dessas taxas?
João Batista - Acho que não há nenhum problema, é uma questão de recurso público. A idéia é que essas informações sejam colocadas no âmbito do nosso Sistema sem nenhum problema. Isso é uma obrigação, na verdade. Não há nenhum empecilho porque a publicidade faz parte da administração pública. Aliás, quanto mais divulgado, melhor.


Por: Tatiane Uetti

sexta-feira, 5 de junho de 2009

SIGAA disponibiliza comunidades virtuais

UFRN desenvolve Comunidades Virtuais com o intuito de promover uma maior interação entre os seus integrantes acadêmicos

Nos últimos tempos, as comunidades virtuais vêm crescendo e se fortalecendo bastante entre os internautas. Espaços como Orkut, Facebook e Myspace ganharam destaque pela capacidade de promover uma interação ágil, diminuir dificuldades relacionadas a tempo e espaço e de aglutinar informações variadas em um só lugar.

Foi tomando como base esses quesitos que a UFRN deu andamento à criação de suas próprias comunidades virtuais. “O objetivo principal é criar um ambiente de interação virtual entre professores e alunos, tomando como base o aprendizado”, conceitua o Analista de Sistemas, Agostinho de Campos Neto.

De princípio, as comunidades serão voltadas apenas para o âmbito acadêmico da Universidade. Alunos ou professores que desejarem divulgar informações ou discutir sobre um determinado assunto poderão criar os espaços e disponibilizar acesso aos demais usuários.

A admissão de participantes poderá variar de comunidade para comunidade. Durante a criação, o moderador terá a possibilidade de escolher o perfil que quiser para o espaço, podendo alternar entre privado, público, ou moderado. Os moderadores terão ainda à disposição ferramentas que permitirão o controle do ambiente, a divulgação de arquivos para download e de links de referência, como também a estrutura necessária para a criação de fóruns e chats.

Para acessar as comunidades virtuais será necessário possuir login e senha no SIGAA. Em sua página inicial, o sistema trará link de direcionamento para as comunidades já cadastradas. Caberá, então, ao usuário, entrar e interagir no espaço que melhor lhe convier.

O projeto ainda está em desenvolvimento, deve entrar no ar em breve. Enquanto isso, os possíveis participantes já podem ir imaginando os assuntos que vão querer abordar e disponibilizar no ar.

Por: Tatiane Uetti

terça-feira, 26 de maio de 2009

Visita do Ministério da Justiça à UFRN

Grupo de Trabalho do Ministério da Justiça avalia sistemas administrativos da Universidade Federal a fim de negociar termo de cooperação

Durante os dias 13 e 16 de Abril, um Grupo de Trabalho do Ministério da Justiça (MJ) veio à UFRN para conhecer mais a fundo o funcionamento dos sistemas administrativos da Universidade (SIPAC e SIGPRH). O grande intuito da visita consistiu na possibilidade de realizar uma cooperação para a implantação, no MJ, de tais soluções informatizadas.

A apresentação dos módulos operacionais aos servidores do Ministério começou com uma reunião, ainda na segunda-feira (13), entre o Reitor da Universidade, Ivonildo Rêgo, o Diretor de Sistemas, Gleydson Lima, o Pró-Reitor de Administração, João Batista Bezerra e Paulo Beltrão e Marcos West do MJ, na qual se discutiu sobre o interesse do Ministério em tais projetos.

Na quarta-feira (15), um grupo de servidores foi ao DMP (Departamento de Material e Patrimômio) conhecer os módulos Almoxarifado/Patrimônio, Licitações, Compras e Registro de Preços, onde foram recepcionados pela Professora Teresinha Saldanha e pelo Vice Diretor do DMP, Paulo Pereira. Logo após, esse mesmo grupo foi à PROAD acompanhar os boletins de serviço, os controles de contrato, os transportes, os orçamento, as diárias e as passagens dentro do âmbito das estruturas administrativas informatizadas. Enquanto isso, outra equipe ia ao DAP a fim de tirar possíveis dúvidas e se inteirar sobre o SIGPRH com Miriam Dantas e com o Pró-Reitor de Recursos Humanos, João Carlos Tenório

Posteriormente, todo o Grupo de Trabalho pôde presenciar, na Superintendência de Informática, um laboratório de treinamento do SIPAC e do SIGPRH, juntamente a uma análise das operações no próprio ambiente de desenvolvimento. Tudo isso com o intuito de capacitar tais servidores para a utilização eficaz dos sistemas.

Na quinta-feira (16), o pessoal do Ministério foi ao prédio da Reitoria, em companhia do Professor João Emanuel, com o intuito de conhecer melhor uma das áreas que possui módulo no SIGPRH, a área de planejamento. Após a visita, encerraram-se as atividades em conjunto com o Grupo de Trabalho.

A Universidade passou, então, a se preparar para a chegada de mais dois grupos (DEPEN e PRF), ligados ao MJ e que pretendiam, na mesma proporção, tomar conhecimento dos sistemas. A sexta-feira (17) foi voltada inteiramente para a apresentação das soluções informatizadas a essas duas equipes, como também para a demonstração do funcionamento dos módulos Almoxarifado/Patrimônio, Licitações, Compras e Registro de Preços.

O resultado desse contato direto dos órgãos MJ, DEPEN e PRF com os sistemas administrativos da UFRN acarretou numa avaliação positiva, por parte dos servidores, do que foi apresentado. Agora, a Universidade e os três órgãos se preparam para a negociação do termo de cooperação.

Por: Tatiane Uetti

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Site para divulgação de dados dos docentes

Muitos professores ainda não sabem, mas está à disposição um site, nos domínios dos sistemas da UFRN, que reúne dados relativos aos docentes, como o perfil pessoal, a produção intelectual, as disciplinas que ministram ou ministraram, os projetos de pesquisa, as atividades de extensão e os projetos de monitoria. Todas essas informações, com excessão do perfil pessoal – que cabe ao próprio professor preencher – são retiradas do SIGAA e dispostas na página com o intuito de esclarecer, a todos que desejarem visualizar, quem faz parte e quais os trabalhos desenvolvidos pela equipe de docentes da Universidade.

Para entrar no site, é simples, basta acessar: www.docente.ufrn.br/login (Em login, digite o login comumente usado para ingressar nos sistemas da Universidade). Cabe também aos professores manter sempre atualizadas as informações divulgadas no site. Para isso, disponibilizaremos o link de um manual que contém os dados necessários à atualização: http://www.info.ufrn.br/wikisistemas/doku.phpid=suporte:manuais:sigaa:parte_publica:pagina_docente.


Por: Tatiane Gomes

segunda-feira, 11 de maio de 2009

O auxílio do SIGPRH nas Avaliaçõs Funcionais

“Acho que centralização é o maior ganho que a gente tem com o Sistema (SIGPRH), sem falar da agilidade e do retorno online.” É isso que nos conta a diretora de Acompanhamento e Avaliação da UFRN, Ângela Lobo Costa, em relação ao trabalho em conjunto do SIGRPH com o sistema de Avaliação Funcional da Universidade. Detalhes dessa entrevista você confere a seguir.

Como funciona o Sistema de Avaliação Funcional?
Ângela Lobo: As Avaliações Funcionais são estabelecidas por meio de uma lei federal que depois é regulamentada internamente e definida na resolução 024 de 2006. Aqui na UFRN as avaliações são obrigatórias para todos os servidores e para todas as chefes, inclusive para aqueles que além de chefes também são docentes.

Qual o principal objetivo das avaliações funcionais?
Ângela Lobo: Bom, o principal objetivo é saber como estão funcionando as questões administrativas da Universidade, levando em consideração a busca de um melhor desenvolvimento do servidor, dos chefes e dos resultados dos trabalhos em relação às metas institucionais.

Em relação aos servidores e às chefias, quais os benefícios que os mesmo podem angariar por meio das Avaliações Funcionais?
Ângela Lobo: As avaliações funcionais são realizadas de 18 em 18 meses. Após a divulgação dos resultados, se o servidor tiver obtido um desempenho satisfatório, ele pode receber uma progressão que fica passível de ser revertida em remuneração financeira ou até mesmo em um desenvolvimento na sua carreira.

Como é feita a organização da avaliação funcional?
Ângela Lobo: Nós trabalhos dentro do SIGPRH. Nele estão disponíveis todos os formulários para se fazer a Avaliação, como também todo o processamento e toda a sistemática de execução da Avaliação de Desempenho. Anualmente, abrimos um processo de avaliação (no início do ano) e todas as chefias precisam fazer os planos de trabalho daquele período do ano para cada servidor da sua equipe. Todas essas informações estão vinculadas ao cadasto que está no nosso banco de dados do sistema (SIGPRH). A avaliação é feita no âmbito de 180 graus. O servidor faz a auto-avaliação, o chefe avalia o servidor, os colegas do servidor avaliam ele. Ele avalia os colegas e ele avalia o chefe.

Antigamente, antes do auxílio do SIGPRH, como eram feitas as avaliações?
Ângela Lobo: Nós tivemos algumas experiências de avaliações manuais, por meio de formulários estiquetados – já que eles tinham que ser personalizados – que depois eram distribuidos em todos os setores da Universidade. Após o preenchimento, a gente recolhia e digitava todas as informações. Contudo, havia problemas em todas essas etapas. Primeiro porque o formulário atrasava pra sair da gráfica, segundo porque atrasava na distribuição e terceiro porque atrasava na devolução. No entanto, era necessário que a avaliação tivesse um resultado imediato, porque era uma avaliação que visava cobrir aquele momento vivido pelos servidores da UFRN. A gente so vinha ter acesso aos resultados dois anos depois. Dessa forma, não tinha como sustentar a situação. Nessa época, (1996 – 1997) não possuiamos tantos recursos de informação e de logística como possuimos hoje. Mas foi lá que tudo começou, até que hoje conseguimos incorporar ao nosso trabalho um sistema altamente eficiente.

Há alguma novidade nessa parte de Sistema de Avaliação que vai entrar em vigor no SIGPRH?
Ângela Lobo: A todo momento a gente tá viabilizando uma melhoria na nossa pate dentro do sistema, como forma de facilitar ainda mais a avaliação funcional para o usuário, para que, dessa forma, todos possam realizá-la sem dificuldades.

Quais as maiores constribuições do SIGPRH para as avaliações funcionais?
Ângela Lobo: Acho que centralização é o maior ganho que a gente tem com o sistema, sem falar da agilidade e do retorno online. É um sistema que, além de tudo, nos fornece toda uma segurança, porque ele está dentro do plano estratégico da Universidade. Para nós, aqui de Recursos Humanos, o SIGPRH é um sistema fantástico!


Por: Tatiane Gomes

terça-feira, 28 de abril de 2009

Secretaria Geral estuda viabilidade de implantar sistema integrado no TJ

A Secretaria Geral se reuniu com diversos setores do Tribual de Justiça (TJ), na manhã de sexta-feira, 24, com o objetivo de estudar a viabilidade de implantar um sistema integrado entre os setores do TJ. Os sistemas chamados SIPAC e SIGRH foram desenvolvidos pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e já vêm sendo utilizados pela Polícia Federal. Dois técnicos da Superintendência de Informática explicaram a utilização dos sistemas. Camilo, Coordenador da Equipe de Suporte e Rafaela, Coordenadora da SIPAC/SIGRH da UFRN. Os referidos sistemas têm como principal objetivo dar maior agilidade no trâmite dos processos administrativos e promover economia de papel. O Judiciário está estudando a possibilidade de instalar os programas na instituição através de um Convênio de Cooperação Técnica.

Matéria produzida e divulgada pelo Notícias da Semana, do Tribual de Justiça